Iniciou sua carreira profissional aos 16 anos de idade, ao lado de outros músicos da cidade de Jacareí (SP) que mais tarde se radicaram no Rio de Janeiro, como Jota Morais, Jorjão Carvalho, Jurim Moreira, Elber Bedaque e Nair Cândia.

Em 1982 participou, como instrumentista, do show "Nossos momentos", de Maria Bethânia. A partir de 1985, passou a atuar também como diretor musical dos espetáculos da cantora, com quem vem trabalhando, ainda, como arranjador e produtor musical, com destaque para os discos "Memória da pele", Disco de Ouro em 1989, "Maria Bethânia 25 anos", contemplado com o Prêmio Sharp, e "Olho d'água", pelo qual recebeu, em 1992, o Prêmio da APCA, conferido pela Associação dos Críticos de Arte de São Paulo, na categoria Melhor Arranjador.

Assinou, também, a produção musical dos discos "Canção de um outro dia", de Nair Cândia, "Flauta brasileira", de Estêvão Teixeira, "Minha arte", de Sueli Costa, e "Os três malandros", de Moreira da Silva, Dicró e Bezerra da Silva.